Ranking 2026: veja as melhores e piores capitais para viver no Brasil segundo o IPS

Segundo o estudo, o Brasil alcançou média de 63,40 pontos em uma escala de 0 a 100, indicando uma leve evolução em relação ao ano anterior.

O ranking das capitais para viver em 2026 foi divulgado pelo IPS Brasil, que avalia a qualidade de vida e o progresso social nos municípios brasileiros. O levantamento do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026 analisou as melhores e piores capitais do país com base em fatores como acesso a serviços básicos, segurança, moradia, inclusão social e oportunidades para a população.

 Ranking 2026: veja as melhores e piores capitais para viver no Brasil segundo o IPS. Foto: Reprodução   

Segundo o estudo, o Brasil alcançou média de 63,40 pontos em uma escala de 0 a 100, indicando uma leve evolução em relação ao ano anterior.

Como funciona o ranking

O IPS Brasil mede o progresso social indo além dos indicadores econômicos, focando no bem-estar da população. O índice é dividido em três grandes dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. Entre os critérios avaliados estão saúde, educação, segurança, saneamento básico, habitação, direitos individuais, inclusão social e qualidade ambiental. De acordo com os responsáveis pelo índice, a proposta é oferecer uma visão mais completa das condições de vida nas cidades brasileiras, auxiliando tanto gestores públicos quanto a sociedade na identificação de avanços e desafios.

Melhores capitais para viver em 2026

Entre as capitais com melhor desempenho no ranking estão:

Piores capitais para viver em 2026

Na outra ponta do ranking, as capitais com pior desempenho foram:

Evolução discreta no país

Apesar da pequena melhora na média nacional, o estudo aponta que ainda existem desigualdades importantes entre as regiões brasileiras. Capitais do Sul e Sudeste continuam apresentando melhores indicadores, enquanto cidades do Norte e Nordeste enfrentam maiores desafios estruturais.

Especialistas destacam que os resultados reforçam a necessidade de investimentos contínuos em áreas como saúde, educação, segurança, mobilidade urbana e saneamento básico para ampliar a qualidade de vida da população.