O governador do Piauí, Rafael Fonteles, participou na manhã desta segunda-feira (15) da entrega da nova sede da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Estado.
Durante o evento, Rafael afirmou que a obra representa mais um investimento na área da segurança pública e destacou a importância do novo espaço para o fortalecimento das investigações no estado.
“Essa realmente tem uma qualidade muito especial, a nova sede da delegacia-geral da Polícia Civil. Agora a Polícia Civil tem uma casa, uma sede, com um padrão de qualidade à altura dos homens e mulheres que fazem a Polícia Civil do Piauí”, declarou o governador. Segundo ele, é a partir desse espaço que são tomadas as principais deliberações relacionadas às investigações de crimes no estado.
Governador informou que o prédio possui mais de dois mil metros quadrados de área construída e está localizado em uma área central da capital, com acesso facilitado.
“É daqui que parte o planejamento das grandes operações. Temos uma estrutura com capilaridade no interior e na capital, mas esse espaço garante o contínuo aperfeiçoamento do combate ao crime”, afirmou.
O governador também ressaltou a integração entre as forças de segurança como um dos fatores para a redução da criminalidade. De acordo com ele, a Polícia Civil atua de forma conjunta com a Polícia Militar, sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública.
“Cada instituição tem o seu papel, mas a Polícia Civil trabalha em conjunto com as outras forças, e isso tem feito a redução nos índices de violência”, disse.
Sobre os resultados alcançados, Fonteles adiantou que será apresentado em janeiro um balanço comparativo entre os anos de 2022 e 2025. “Vocês vão ver todos os tipos de crimes reduzindo substancialmente”, afirmou.
Ele destacou ainda a queda nos homicídios em Teresina, apontando que, até a metade de dezembro, a redução já supera 60%. “Possivelmente teremos uma redução superior a 70% de novo, como aconteceu em novembro do ano passado”, acrescentou.
Por fim, o governador enfatizou que o objetivo das ações de segurança é garantir que as prisões resultem em condenações.
“Não adianta a polícia prender e depois o criminoso voltar às ruas. Queremos garantir que a prisão resulte na condenação e que o criminoso cumpra a pena”, concluiu, destacando a importância de uma Polícia Civil estruturada em recursos humanos, físicos e tecnológicos.