Will Bank vira peça-chave na crise do Banco Master e pode ser vendido às pressas

Liquidação do Banco Master acende alerta no mercado e põe o Will Bank na mira: especialistas dizem que fintech precisa ser vendida rapidamente para evitar novos prejuízos e proteger clientes.

A bomba que estourou no Banco Master não para de gerar consequências. Depois que o Banco Central decretou liquidação extrajudicial e assumiu o controle da instituição, os olhos do mercado se voltaram para um nome que muita gente conhece: Will Bank.

 Will Bank. Muitos tem ele… mas poucos sabem da ligação direta com o Banco Master.  

A fintech, famosa pelo cartão amarelinho, virou o “prêmio de consolação” mais valioso do grupo  e, segundo especialistas ouvidos por jornalistas do setor, tem que ser vendida com urgência para não afundar junto.

A queda do Master: o que rolou?

O Banco Central entrou pesado: alegou crise de liquidez, bagunça na administração e uma fila de irregularidades.

O dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso em uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes e emissões suspeitas de títulos.

Com isso, o Banco Master ficou de joelhos e foi direto para liquidação.

E onde entra o Will Bank nisso tudo?

O Will Bank é o braço digital do Master. Muita gente nem sabia que eram “parentes”, mas são.

O detalhe é que o banco digital vinha crescendo, tinha mercado e estava tentando se firmar como opção para a “galera” que buscava conta digital mais simples.

Só que a maré virou de vez:

E aí vem o ponto crucial: pra salvar o que dá, o Will Bank precisa ser vendido rápido.

Por que a venda virou urgente?

Porque o tempo está jogando contra.

O Master foi liquidado, está quebrado, e o BC precisa proteger clientes, investidores e o próprio sistema financeiro. Quanto mais o tempo passa, mais o Will Bank perde valor, perde confiança e fica associado à crise do Master.

O mercado já comenta que a fintech tem chance de sobreviver apenas se mudar de mãos logo.

Quem pode comprar?

Nos bastidores, já existem conversas ventiladas:

Mas agora o cenário mudou: todo mundo sabe que o Will Bank está à venda e precisa vender rápido.

E os clientes? Devem se preocupar?

Por enquanto, o Will Bank continua operando.

Mas todo cliente sabe como é: quando a instituição dona entra em crise, a insegurança cresce.

A venda seria uma forma de blindar a fintech e evitar que entre no efeito dominó do Master. Se nada for feito, o risco é óbvio: o banco digital pode ser puxado para dentro da mesma lama.

O tamanho do estrago no sistema financeiro

Essa crise do Master já está dando trabalho para o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que precisará cobrir depósitos da instituição quebrada.

Quanto maior a demora para resolver o futuro do Will Bank, maior o risco para o mercado e maior o estrago reputacional.

Resumo da ópera

O Will Bank virou uma peça valiosa cercada de fumaça. É o último ativo grande do grupo Master. E, por tudo o que aconteceu nas últimas 24 horas, uma venda rápida parece ser a única saída realista.

Em outras palavras…

se o Will Bank não for vendido agora, pode não ter como vender depois.