Entretenimento

Bad Bunny surge irreconhecível como idoso no Met Gala 2026 e chama atenção

Caracterização com próteses e maquiagem hiper-realista integrou proposta artística alinhada ao tema da edição, que abordou o envelhecimento e as transformações do corpo na moda

Por Maria Keketa

05 de maio de 2026 às 14:10 ▪ Atualizado há 4 semanas


O cantor porto-riquenho Bad Bunny surpreendeu ao surgir caracterizado como um homem idoso na edição de 2026 do Met Gala, realizada em Nova York, na última segunda-feira (5). A transformação, feita com próteses hiper-realistas e maquiagem detalhada, integrou uma proposta artística alinhada ao tema do evento, que neste ano explorou a relação entre moda, arte e as diferentes fases do corpo humano.

 reprodução: @accidentescartagena_reprodução: @accidentescartagena_   

Aos 32 anos, o artista apareceu no tapete vermelho como uma versão envelhecida de si mesmo, com rugas, cabelos grisalhos, manchas na pele e o uso de bengala. A caracterização foi desenvolvida pelo especialista em efeitos especiais Mike Marino, conhecido por trabalhos de transformação visual em celebridades, e buscou representar com precisão como o cantor poderia aparentar décadas no futuro. 

A escolha estética dialoga diretamente com a proposta da exposição do Instituto do Figurino do museu, que, em 2026, destacou o “corpo envelhecido” como uma das formas de expressão na moda, um contraponto à valorização predominante da juventude na indústria. 

Além da maquiagem, o figurino também chamou atenção. Bad Bunny vestiu um traje preto sob medida em colaboração com a marca Zara, complementado por acessórios como relógio, joias e a bengala, reforçando o conceito performático da produção. 

 reprodução: rede sociaisreprodução: rede sociais   

Em declarações durante o evento, o cantor indicou que a proposta fazia parte de sua busca por inovação estética e novas formas de expressão artística, chegando a brincar que o visual levou “53 anos” para ser concluído — em referência ao envelhecimento simulado. 

Conhecido por escolhas ousadas em edições anteriores do Met Gala, o artista reforçou sua reputação de usar a moda como linguagem criativa, desta vez transformando o próprio corpo em uma espécie de instalação artística sobre o tempo e o envelhecimento.




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