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Jornalista que comandou Globo Esporte no Tocantins morre aos 46 anos

Natural do interior de São Paulo, Thalita ganhou destaque no jornalismo esportivo do Tocantins. Em 2007, começou a trabalhar na TV Anhanguera, afiliada da Globo no estado, onde permaneceu por seis anos.

Por Tiago Moura

27 de agosto de 2026 às 10:38 ▪ Atualizado em 19/10 às 07:02


A jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni, conhecida pela atuação no jornalismo esportivo do Tocantins, morreu aos 46 anos na noite desta terça-feira (25). A comunicadora enfrentava um câncer havia cerca de um ano e atualmente morava com a família em Santa Catarina. Ela deixa o marido e um filho de 10 anos.

 Jornalista que comandou Globo Esporte no Tocantins morre aos 46 anos. Foto: AscomJornalista que comandou Globo Esporte no Tocantins morre aos 46 anos. Foto: Ascom   

A morte foi confirmada pelo Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, instituição fundada por Thalita e que leva o nome do filho. Segundo a equipe, a jornalista pediu que não fosse realizado um velório aberto.

Natural do interior de São Paulo, Thalita ganhou destaque no jornalismo esportivo do Tocantins. Em 2007, começou a trabalhar na TV Anhanguera, afiliada da Globo no estado, onde permaneceu por seis anos.

Durante a passagem pela emissora, atuou na edição e apresentação do Globo Esporte e também trabalhou como comentarista na rádio CBN.

Em 2013, Thalita deixou a televisão e mudou de estado para acompanhar compromissos familiares. Nos anos seguintes, passou a dedicar parte da carreira a projetos relacionados ao desenvolvimento e à inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista.

Ao lado de outros profissionais, participou da criação do Espaço Junior, centro especializado no atendimento de pessoas com autismo. A instituição recebeu o nome em homenagem ao filho da jornalista.

Após a morte, a equipe do espaço publicou uma homenagem e destacou a importância de Thalita para a criação da instituição. O comunicado também ressaltou a maneira como ela enfrentou o tratamento contra o câncer.

Segundo a instituição, a jornalista enfrentou o último ano de vida com bom humor e leveza. A equipe agradeceu ainda pelas mensagens e orações recebidas durante o período de tratamento.

Thalita deixa como legado a atuação no jornalismo esportivo e o trabalho voltado à inclusão e ao atendimento de pessoas com autismo.




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