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Homem é condenado a 22 anos de prisão por matar ex-companheira a facadas no Piauí

Crime teria sido motivado pelo inconformismo do réu com o fim do relacionamento; vítima foi atingida no tórax, abdômen, pescoço e coluna cervical.

Por Isabella Monteiro

03 de dezembro de 2025 às 20:00 ▪ Atualizado há 3 meses

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  • Antônio Neto de Sousa foi condenado a 22 anos de prisão pelo Tribunal do Júri da Comarca de Bom Jesus.
  • Ele foi condenado pelo feminicídio de sua ex-companheira, Helena Pereira da Silva, agente de saúde.
  • O crime ocorreu em setembro de 2020 na zona rural de Alvorada do Gurguéia, Piauí.
  • A condenação foi por motivo fútil e meio cruel, caracterizando feminicídio consumado.
  • O ato foi motivado pelo inconformismo de Antônio com o fim do relacionamento.
  • Além das facadas, houve um disparo de arma de fogo, resultando em condenação adicional.
  • A sentença foi proferida pelo juiz Cleber Roberto Soares de Souza.

O Tribunal do Júri da Comarca de Bom Jesus condenou, nesta terça-feira (03), Antônio Neto de Sousa a 22 anos de prisão pelo feminicídio da ex-companheira, a agente de saúde Helena Pereira da Silva, ocorrido em setembro de 2020 na zona rural de Alvorada do Gurguéia. A sentença foi proferida pelo juiz Cleber Roberto Soares de Souza.

 Homem é condenado a 22 anos de prisão por matar ex-companheira a facadas no Piauí - Foto: PMHomem é condenado a 22 anos de prisão por matar ex-companheira a facadas no Piauí - Foto: PM 

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu, por maioria, a tese apresentada pela acusação, reconhecendo que o crime foi cometido por motivo fútil, meio cruel e caracterizado como feminicídio consumado.

De acordo com os autos do processo, o crime ocorreu por volta das 7h do dia 5 de setembro de 2020, no Projeto Piauí, zona rural de Alvorada do Gurguéia. Helena foi atacada com vários golpes de faca que atingiram o tórax, abdômen, pescoço e coluna cervical. 

O crime teria sido motivado pelo inconformismo do réu com o fim do relacionamento. Momentos antes das agressões fatais, Antônio Neto ainda efetuou um disparo de arma de fogo, o que resultou em condenação adicional por crime conexo.

Com a decisão, o réu deverá cumprir 22 anos de prisão em regime inicialmente fechado.




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