22 de dezembro de 2025 às 12:11 ▪ Atualizado há 2 meses
Internacional da Consciência Ecológica é um tributo a Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes. De projeção mundial, a luta do ecologista e seringueiro sempre foi de estratégia, que mostra o símbolo da resistência e inteligência. Usando o conceito de empate, onde garantia pacificamente seu espaço e as pautas em defesa do meio ambiente, avançou na preservação na região de Xapuri, no Acre. Um verdadeiro mártir da natureza.
Chico Mendes, mártir da ecologia. Foto: reprodução redes sociais
A Passagem de Santo Antônio foi o primeiro povoamente que aproximou Teresina de Timon, antes mesmo do nascimento das cidades, ainda no século XVIII. O trecho mais estreito do Parnaíba (na altura da ponte metálica) era o ponto de passagem dos comerciantes, que andavam em comitivas. Cidade desde 22 de dezembro de 1890, com nomes associados a Flores e São José, só definiu-se como Timon em 1943. Atualmente caminhando para 200 mil habitantes, a cidade avança como centro distribuidor comercial, pelo estratégico posicionamento geográfico. Parabéns, Timon, pelos seus 135 anos!
Igreja de São José, que já foi o nome de Timon. Foto: divulgação
Por falar em flores, o Governo Federal publicou na última quarta-feira, 17, no Diário Oficial da União, o Plano de Ação Nacional para a Conservação da Flora Ameaçada de Extinção da Caatinga Ceará-Piauí. São diretrizes e ações nos dois estados até 2030 visando a proteção de 25 espécies diretamente e mais 11, que serão beneficiadas indiretamente. O bioma, que um dia foi o Patinho Feio, hoje é o Cisne Dourado da relevância, especialmente em tempos de emergência climática.
A flora da Caatinga tem várias espécies medicinais. Foto: Internet
Entre as espécies mais conhecidas e também traficadas, a Cabeça-de-frade ou Coroa-de-frade. A beleza chama a atenção e o interesse das pessoas que o querem ter no jardim. Até ficar adulto, quando vai produzir sementes, o cacto leva um longo e lento processo de amadurecimento, que justifica seu alto valor no mercado. Como consegue se adaptar com facilidade em muitos ambientes, é sempre procurado pela beleza exótica para protagonizar a atenção de belos jardins.
O cacto que é ambição dos paisagistas. Foto: reprodução redes sociais
Foi divulgado imagens da árvore de Natal montada na Praça Pedro II, com parte dos adornos destruídos e a fiação arrancada, levando à retirada da decoração antes mesmo de 25 de dezembro. Há fortuna em cobre pendurada nos postes. De empresas telefônicas que não operam mais, em sua maioria, é a fonte de renda das pessoas em situação de rua. Arriscam-se a levar choques elétricos ao tirar fios para vender às sucatas, que compram a cerca de R$ 50 reais o quilo. Pedaços que sobram dos furtos ficam pendurados ou soltos pelo chão, revelando um comércio clandestino e criminoso.
O que restou da árvore de Natal que estava na P2. Foto: reprodução redes sociais
Mulheres na Comunicação é um projeto que projeta a força feminina em destaque. A publicação terá lançamento no final da tarde desta segunda-feira, a partir de 17h30 em evento online. Na coordenação regional, os jornalistas Gustavo Said e Leila Sousa. O livro traz o brilho de duas piauienses. Norma Meireles, parnaibana, que faz o panorama da Paraíba, onde está radicada. E Jacqueline Dourado, professora da UFPI, no exercício da Superintendência de Comunicação. Ambas com larga experiência na docência.

Manchete da edição do último sábado, a coluna repercutiu a comunicação do Seu Javas, indicando as dificuldades enfrentadas para manter o empreendimento. A iniciativa explodiu em sua chegada e segue mantendo um bom público. Entretanto, há um outro lado da moeda não muito observável. Os barraqueiros, que normalmente acompanham estes movimentos, e são termômetro do sucesso (ou o contrário), também têm suas observações a fazer sobre o contexto.
Seu Javas é o grande point da galera alto astral de The. Foto: divulgação
Ouvindo uma liderança dos comerciantes ambulantes, que procurou a coluna para dar sua visão dos fatos, acrescentando elementos que ampliam a visão da realidade. Segundo a fonte, há uma sincera gratidão aos empreendedores, que abriram uma nova página de oportunidades a todos. Artistas, comerciantes e produtores mostraram que unidos podem gerar emprego, renda, diversão de qualidade e promoção da revitalização do Centro da capital. Mas e a partilha?
Preservando o seu nome, por enquanto, mas prometendo vir a público, se houver necessidade, a fonte acrescentou que os empreendedores do bar estão insatisfeitos porque não conseguem faturar. A dificuldade é a grande quantidade de barraqueiros, com múltiplas ofertas de bebibas e comidas. Geralmente mais fácil e mais rápido para comprar e consumir. Segundo representante do coletivo dos comerciantes ambulantes, os frequentadores reclamam da demora no atendimento do bar.
Venda de caipirinha rende bastante aos barraqueiros. Foto: divulgação
O impasse estaria superficialmente posto, mas não totalmente esclarecido. A previsão é que a disputa escale, caso não partam para uma mediação e conciliação. Por outro lado, há barraqueiro que fatura muito bem vendendo apenas caipirinha, que tem um rendimento absurdo. A fonte afirma que há comerciante que leva o salário de um mês em poucas horas de uma noite bem movimentada. O negócio é super viável. A questão é a despesa da estrutura e a distribuição do lucro. Com diálogo, creio que podem resolver numa boa.
Hoje é o aniversário de Isabel Moura, uma devota dos animais. Protetora dos vulneráveis, há anos vem acolhendo os inocentes abandonados e dando o grande exemplo de amor indistinto ao próximo, principalmente aos que não têm voz nem vez. No entendimento dos animalistas, todo ser vivo tem igual importância na criação, cabendo ao ser humano, que supostamente possa ter mais juízo, a administração do bem-estar da grande riqueza de seres vivos que habitam o planeta.
A aniversariante, Bel, e o colunista em noite festival do animalismo. Foto: Willian Tito
Na missão em conjunto com a Apipa, já são 17 anos no pioneirismo organizado como entidade. Fruto da liderança da Dra. Roseli Klein (fundadora), que reuniu em torno de si valorosas combatentes em prol de cães e gatos, principalmente, que careciam de ações emergenciais. Bel é o símbolo da tenacidade, da dedicação, da firmeza de propósito e da força que contagia a todos e vai inspirando as novas gerações. Mais informações sobre a bela trajetória em @apipaoficial
*** Texto escrito por colaborador externo. As opiniões nele contidas não refletem, necessariamente, a opinião do veículo.
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