Política

Alepi aprova veto de patrocínio a atletas e artistas condenados por violência doméstica

Proposta do deputado Francisco Limma, foi aprovada nesta terça (09), e segue para análise do governador Rafael Fonteles, que decidirá pela sanção ou veto.

Por Isadora Santos

10 de dezembro de 2025 às 11:55 ▪ Atualizado há 3 meses

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  • A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou o projeto de lei 226/25 do deputado Francisco Limma.
  • O projeto veta a contratação e participação em eventos de pessoas condenadas por violência doméstica contra mulheres, crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência.
  • Proíbe o recebimento de incentivos públicos por essas pessoas.
  • Inclui a proibição ao acesso a bolsas, prêmios, formação esportiva e cargos comissionados.
  • Prevê suspensão de verbas e benefícios por até dois anos em caso de descumprimento.
  • Exige certidão negativa de antecedentes criminais e declaração de inexistência de condenação para contratação.
  • O projeto aguarda análise do governador Rafael Fonteles para sanção ou veto.

A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou nesta terça (09) o projeto de lei 226/25, do deputado Francisco Limma, que veta a contratação, participação em eventos esportivos e culturais e o recebimento de incentivos públicos por pessoas condenadas por violência doméstica contra mulheres, crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência.

 Alepi aprova veto de patrocínio a atletas e artistas condenados por violência doméstica. Foto: Thiago Amaral/Ascom AlepiAlepi aprova veto de patrocínio a atletas e artistas condenados por violência doméstica. Foto: Thiago Amaral/Ascom Alepi   

A medida também impede o acesso a bolsas, prêmios, programas de formação esportiva e a ocupação de cargos comissionados. Em caso de descumprimento, o texto prevê suspensão de verbas e benefícios por até dois anos, além da proibição de participar de editais e convênios, com responsabilização civil, administrativa e penal.

Para contratação, será obrigatória a apresentação de certidão negativa de antecedentes criminais e declaração de inexistência de condenação.

O projeto segue para análise do governador Rafael Fonteles, que decidirá pela sanção ou veto.




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