Política

Bruno Vilarinho defende consenso e minimiza disputa na sucessão de Enzo Samuel

“Acreditamos no consenso, como ocorreu na recondução do presidente Enzo Samuel”, avaliou o parlamentar, sinalizando que a construção política deve prevalecer sobre disputas abertas.

Por Alessandra Fonseca

22 de dezembro de 2025 às 15:47 ▪ Atualizado há 2 meses

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  • A sucessão para a presidência da Câmara Municipal de Teresina está em foco, mesmo durante o recesso.
  • Bruno Vilarinho, líder do prefeito e vereador, espera um consenso na eleição, similar à recondução de Enzo Samuel.
  • Há outros nomes cotados, como Venâncio Cardoso e Gustavo de Carvalho, que retornará ao mandato em fevereiro.
  • As negociações políticas estão em andamento de forma reservada durante o recesso.
  • A expectativa é que as discussões se intensifiquem após o retorno das atividades legislativas.

Mesmo com a Câmara Municipal de Teresina em recesso, os bastidores políticos seguem aquecidos quando o assunto é a sucessão do presidente Enzo Samuel (PDT). A disputa pela Mesa Diretora ainda está distante do calendário formal, mas já movimenta conversas reservadas entre vereadores e lideranças partidárias.

 Bruno Vilarinho. Foto: Júnior Santos / Lupa1Bruno Vilarinho - Foto: Lupa1   

Líder do prefeito na Casa, o vereador Bruno Vilarinho (PRD) aposta em um desfecho sem embates. Para ele, a tendência é de que a eleição ocorra de forma consensual, a exemplo do que aconteceu na recondução de Enzo Samuel ao comando do Legislativo. 

“Acreditamos no consenso, como ocorreu na recondução do presidente Enzo Samuel”, avaliou o parlamentar, sinalizando que a construção política deve prevalecer sobre disputas abertas.

Apesar do discurso de pacificação, o cenário ainda está longe de ser definido. Nos bastidores, há vereadores que já miram a cadeira hoje ocupada por Enzo. Além do próprio Bruno Vilarinho, os nomes de Venâncio Cardoso (PT) e Gustavo de Carvalho (PT) aparecem entre os mais comentados nas conversas internas. Gustavo, inclusive, retorna ao mandato em fevereiro, quando se encerra o recesso parlamentar, o que deve redesenhar o tabuleiro político da Casa.

O período de recesso impõe cautela às articulações. Sem sessões e com agenda institucional esvaziada, as negociações ocorrem de forma silenciosa, em encontros informais. A leitura predominante é de que qualquer movimento mais explícito ficará para depois da retomada dos trabalhos legislativos.

Até lá, o discurso do consenso segue como linha mestra. Resta saber se, com o fim do recesso e a volta plena das atividades, a convergência defendida por Bruno Vilarinho se confirmará ou se a sucessão de Enzo Samuel acabará revelando uma disputa mais intensa do que os bastidores hoje deixam transparecer.




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